Será que o juiz leu toda minha petição?

Olá comunidade, tudo bem?

 

Sou Denílson Ferreira, advogado e criador da comunidade jurídica PautAberta.

Como é de costume, eu sempre trago uma novidade por meio dos e-mails enviados para toda nossa comunidade.

No meio da nossa classe, existe uma grande dúvida relacionada à forma ou ao tratamento que é dado às nossa petições. Diante disso, surge a grande pergunta: será que o juiz realmente leu a minha petição?

Em algumas audiências, tive a certeza de que isso NÃO aconteceu pois, naquele momento, vi o Magistrado passando rapidamente, através do sistema PJE, a minha peça e fazendo uma divisão de leitura que, inicialmente, eu não conseguia entender, mas depois passei a compreender melhor.

 

O procedimento era sempre o mesmo: primeiramente, o Magistrado olhava qual era o “tipo de ação”, analisava um pouco a parte “dos fatos” e se concentrava nos “pedidos”.

 

Sabendo como era feito esse procedimento fui, com um tempo, construindo modelos de peças que facilitassem a leitura “dinâmica” que era praticada, elaborando algo que se adaptasse com maior facilidade ao dia a dia dos Magistrados.

Comecei a fazer ações de alimentos em 06 (seis) páginas, divórcio sem bens em 08 (oito) páginas, jamais excedendo o limite de 10 (dez) páginas em ações mais simples. Até mesmo porque, com o Novo Código de Processo Civil, o que está escrito nas petições tem pouca relevância, quando se tem uma quantidade de provas documentais robustas.

 

O que, de fato, se faz necessário, é identificar o nome dos arquivos, a fim de facilitar a manipulação.

 

O que me ajudou a otimizar o tempo, sendo de suma importância, foi a utilização de modelos de petições prontas. Há diversos modelos que servem como base para elaborar 80% (oitenta por cento) das ações que circulam em qualquer área da advocacia.

 

Não estou aqui falando que iremos adotar a doutrina do “copiar e colar”, mas sim usar a jurisprudência ou a codificação pertinente a cada ação, que já vêm disponíveis nessas peças.

 

Utilizo um pacote de petições prontas que têm mais de 37 mil modelos e tem sido de grande utilidade quando vou elaborar as minhas ações.  Hoje quero compartilhar com você essa ferramenta, e ainda informar que o investimento é muito baixo: Apenas 12 x de R$ 19,28.  Menos que os cafés que costumamos tomar com nossos clientes, colegas de faculdade ou de profissão.

 

Se você quer ter produtividade na elaboração dos seus processos, basta acessar esse link para conhecer essa ferramenta.

 

Então, nada de termos em latim ou utilizar palavras de alta complexidade para solicitar um pedido de alimentos ou divórcio. Nada de 50 páginas para fazer um pedido de Liberdade Provisória, no qual 45 páginas são de jurisprudência do STF. Seja claro, transparente e, principalmente, objetivo, pois nesse caso, tamanho e quantidade de páginas não são documentos.

Sobre o autor

Denilson Ferreira

É advogado, pós graduado em Direito Publico e Direito de Família, cursando MBA em Gestão em Marketing é apaixonado por empreendedorismo, milita na área civil e de propriedade, responsável pelo núcleo civil da DF& Advogados e é o criador da comunidade jurídica PautAberta. @pautaberta

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